
O ba, por vezes traduzido como "alma", era representado como um falcão com cabeça humana.
No momento da morte o ba deixava o corpo, podendo visitar os locais que o defunto conhecia ou viajar até às estrelas, mas à noite tinha que regressar ao túmulo.
Devido ao fato de poder deslocar-se, o ba levava ao ka a energia que se encontrava nas oferendas. Os deuses também tinham o seu ba; em alguns casos determinado deus era o ba de outro deus.
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